Tecnologia Colaborativas na saúde: atendimento além do consultório

O uso de tecnologias está inserido em nosso cotidiano de forma irrefutável. Muitas pessoas não concebem ficar sem seus aparelhos mobiles ou, mesmo, em locais onde não haja conexão disponível. No Brasil, segundo dados do Comitê Gestor da Internet no Brasil, 42,5 milhões de pessoas acessam a internet por aparelhos móveis, enquanto 49% dos domicílios possuem computador, com acesso à internet.

Dentro desse contexto, fica evidente, a necessidade para que os prestadores de serviço cheguem até o cliente via rede. Setores como o e-commerce são amplamente divulgados e utilizados, todavia, quando o assunto é saúde, ainda há certo receio frente ao uso de algumas tecnologias. Para isso, no eBook – Tecnologias colaborativas para a saúde (e-Health)– listamos algumas ferramentas sociais que vêm beneficiando: profissionais, pacientes e pessoas interessadas ao tema.

O conceito de saúde colaborativa, ou e-Health, envolve, principalmente, a relação entre personas, ou seja, a interação paciente-profissional vai além da sala de consulta, e, especialistas e pacientes atuam colaborativamente em busca de soluções aos problemas.

Pacientes e profissionais mais próximos

Há, segundo especialistas, crescentes oportunidades nessa área que vêm sendo disseminadas pouco a pouco no Brasil e no mundo. Essas tecnologias colaborativas estão aproximando profissionais de seus pacientes e até terceiros, gerando uma rede de interessados em problemas específicos, que passam desde a medicina preventiva à doenças raras..

Para que essa comunicação aconteça da melhor forma, no eBook (Tecnologias colaborativas para a saúde -e-Health), busca-se exemplificar alguns aplicativos  e  ferramentas tecnológicas sociais que contribuem para amplificar a colaboração. Há, também, exemplos de softwares que possibilitam não somente a troca de informações, mas a elaboração de exames, diagnósticos, fisioterapia, consultas e todo o tipo de trabalho médico colaborativo, muitas vezes à distância – o chamado m-Health (de Mobile Health) ou saúde móvel.

Além disso, listamos boas práticas que vêm funcionando no Brasil e em outros países. Ferramentas como: prontuário eletrônico do paciente, prescrição eletrônica, telemedicina, bibliotecas virtuais. No final do material, o leitor tem acesso a cinco mitos sobre social health desconstruídos, pelo instituto  McKinsey.

Confira mais informações no eBook – Tecnologias colaborativas para a saúde -, que pode ser baixado gratuitamente através desse link.

SocialBase

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